bases próprias, com equipe da Lion — não representantes comissionados
Presença global
Quatro bases próprias.
Uma operação só.
Dubai, São Paulo, Shenzhen e Nova York. Não são representantes nem parceiros locais: são escritórios da Lion, com gente da Lion.
A maior parte das empresas que diz ter presença internacional tem, na prática, um representante comissionado em cada país. Funciona para prospectar. Não funciona para auditar uma fábrica, acompanhar um desembaraço ou responder por um contrato.
As quatro bases da Lion existem porque as quatro pontas da operação são físicas: a fábrica que precisa ser vista, o comprador que precisa ser visitado, a origem asiática que precisa ser negociada e o mercado que precisa ser lido. Cada uma dessas coisas acontece em um fuso diferente.
Na prática isso significa que, entre a hora em que um fornecedor brasileiro sai do escritório e a hora em que o comprador do Golfo chega ao dele, a operação não dorme — ela muda de mesa.
países alcançados a partir de um único ponto comercial, em Dubai
continentes e quatro fusos, sem a operação parar entre eles
As bases
O que acontece em cada escritório.
Sede · hub central
Dubai
Emirados Árabes Unidos
Onde a operação se fecha. É daqui que saem as negociações com as redes do Golfo, é aqui que chega o contêiner de degustação, pelo Porto de Jebel Ali, e é a partir daqui que se acessa o conjunto dos 22 países do mercado árabe por um único ponto comercial.
Origem · América Latina
São Paulo
Brasil · Avenida Paulista
A porta de entrada do agronegócio e da indústria de alimentos brasileira, no eixo financeiro da América Latina. É a base que recebe a indústria candidata, conduz o diagnóstico de capacidade e organiza a auditoria na fábrica.
Origem · Ásia
Shenzhen
China · Zona Franca
Em zona franca, no sul da China, dedicada a trading e logística asiática. É a base das frentes de eletrônicos, materiais de construção e mobilidade elétrica, e a que mantém a relação direta com a indústria chinesa.
Mercado · América do Norte
Nova York
Estados Unidos · Manhattan
Cobre o mercado norte-americano e mantém a Lion no fuso onde grande parte do comércio internacional ainda se decide. É também de onde se acompanha a leitura de preço e de demanda das commodities.
Sua indústria tem escala para o mercado árabe? O diagnóstico responde em alguns minutos.
Candidatar minha indústriaO que muda
Estar na origem não é detalhe de endereço.
Auditoria feita, não contratada
A visita técnica à fábrica é conduzida por equipe da Lion. O relatório que chega ao comprador é nosso, e respondemos por ele.
Relacionamento que não terceiriza
Quem senta com a rede do Golfo é quem conhece a fábrica. Não há uma camada de intermediário traduzindo o que cada lado quis dizer.
Quatro fusos, um só processo
As etapas correm entre as bases sem recomeçar a cada fronteira. O histórico é um só, do diagnóstico ao contrato.
Responsabilidade com endereço
Escritório próprio significa uma entidade a quem reclamar. É a diferença entre um contrato e uma indicação.
A base mais perto de você já atende o mercado árabe.
Se a sua indústria está no Brasil, a conversa começa em São Paulo e termina em Dubai — sem você precisar atravessar o mundo para isso.
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